domingo, 24 de maio de 2015
domingo, 15 de abril de 2012
sábado, 14 de abril de 2012
segunda-feira, 26 de março de 2012
EXPERIÊCIA INÉDITA EM TRANSCOMUNICAÇÃO INSTRUMENTAL
Publicado originalmente em http://www.amebrasil.org.br
EXPERIÊCIA INÉDITA EM TRANSCOMUNICAÇÃO INSTRUMENTAL
(matéria publicada na Folha Espírita em março de 2005)
Uma experiência histórica conduzida e supervisionada por investigadores de diversos países, com anos de trabalho na área de Transcomunicação Instrumental (TCI).
Uma experiência histórica conduzida e supervisionada por investigadores da Itália, Portugal e Reino Unido, com muitos anos de trabalho na área de Transcomunicação Instrumental (TCI) e em outras áreas de investigação psíquica, na tarde de 5 de dezembro de 2004, marcou a história desse tipo de comunicação no mundo: espíritos permaneceram falando, mesmo com a retirada de válvulas do rádio usado no experimento, e não tiveram as vozes alteradas.
Segundo Anabela Cardoso, diplomata portuguesa que estava presente no experimento e o relatou na edição nº 20 de Cadernos de TCI, do qual é editora, foi uma das experiências mais extraordinárias de sua vida. “Apenas as minhas próprias experiências, a partir de 1998, com vozes de pessoas que se identificaram como falecidos falando da Estação Rio do Tempo, tiveram mais impacto”, lembra.
A sessão experimental aconteceu no Centro Psicofônico de Marcelo Bacci, em Grosseto, na Itália. Bacci é um dos mais destacados investigadores internacionais dos fenômenos de Transcomunicação Instrumental, campo no qual trabalha há mais de 30 anos e tem tido muito êxito em suas próprias experiências. Ele se dedica, sobretudo, a trabalhar com pais e mães de crianças mortas, que vivem num traumático processo de luto, mas preocupa-se também em trabalhar com cientistas a fim de demonstrar a credibilidade de seus resultados.
“Em sua experimentação, ele usa o método das Vozes Diretas de Rádio (VDR), que procura obter comunicações diretamente dos alto-falantes dos rádios. As vozes assim recebidas referem-se freqüentemente aos que as escutam pelos seus nomes, respondem a perguntas que o experimentador ou os presentes lhes fazem e algumas vezes dão informações relevantes e extensas. Na sua experimentação, Bacci prefere rádio a válvula sintonizado no ruído branco das ondas curtas”, conta Anabela. A experiência ocorrida em 5 de dezembro foi a continuação de investigações bem-sucedidas anteriormente levadas a cabo com as vozes recebidas por Bacci através do método VDR.
Sessão histórica
Segundo relata Anabela Cardoso, quando a sessão experimental começou, Bacci sentou-se em frente ao seu rádio Nordmende, modelo Fidelio, anos 50. À sua esquerda ficou David Fontana, professor de Psicologia, antigo presidente da Sociedade Britânica de Investigação Psíquica e atual presidente da Comissão para a Investigação da Sobrevivência da entidade. Atrás de si, a própria Anabela. Robin Foy, líder da conhecida investigação Scole no Reino Unido e especialista em fenômenos físico-psíquicos, sentou-se à direita de Bacci. Todos estiveram sempre na mais estreita proximidade de Bacci, a quem podiam tocar em qualquer momento. Também estavam presentes, entre outros, o engenheiro aeronáutico Paolo Presi, há muitos anos investigador dos fenômenos Bacci, e Luciano Manzini, responsável pelo registro das sessões em fita áudio e transcrições das comunicações. Na sala estiveram presentes 37 pessoas. Além das citadas acima, outros colaboradores de Bacci e suas mulheres, experimentadores admitidos excepcionalmente à sessão e algumas mães que perderam seus filhos. Ninguém participou da experiência, a não ser Bacci e os investigadores acima mencionados.
“O rádio foi colocado sobre um banco de trabalho contra a parede, diretamente em frente aos investigadores e em posição que sua parte traseira ficou inacessível e só podia ser alcançada por alguém que se debruçasse sobre o banco. Na inspeção feita antes da experiência, verificou-se que não havia nenhum acesso ao aparelho por buracos no banco ou parede”, descreve Anabela.
Segundo ela, o experimento teve início às 19h, com a conexão dos gravadores de áudio (analógicos e digitais) para registrar os acontecimentos. “Bacci acendeu o rádio selecionando a banda de ondas curtas. Como é sua prática habitual, começou a mover lentamente o botão de sintonia na banda dos 7 aos 9 MHz. Como era de se esperar, isso produziu uma série de transmissões de rádio entrecortadas por ruído branco, durante uns 20 minutos, até que Bacci disse: ‘sinto-os, vão vir’. Nesse momento, ele deixou de girar o botão de sintonia e escutou-se o ruído branco mudar para um som como o causado por um torvelinho de uma corrente de ar ou de ondas. Pouco depois que esse ruído terminou (mas voltou a escutar-se simultaneamente com as vozes muitas vezes durante a experiência, como se fora o portador de palavras), começaram-se a ouvir vozes que provinham do rádio. As primeiras palavras foram em italiano e outras em castelhano. Bacci, em italiano, informou os comunicadores de que poderiam falar em português, inglês ou espanhol. Eles dirigiram-se então a David Fontana e Robin Foy em inglês e a mim em espanhol”, conta.
Na sessão que se seguiu, que durou aproximadamente uma hora, de acordo com a editora de Cadernos de TCI, escutou-se o que pareciam ser cinco ou seis vozes distintas que falaram em inglês, castelhano e italiano. “Algumas delas tinham claridade semelhante a das vozes normais, outras tinham a sonoridade característica de muitas vozes de TCI, que as torna diferentes da articulação normal. Essas vozes tinham também a semântica estranha que caracteriza muitas comunicações de TCI. Elas referiam-se aos presentes pelos nomes próprios. Algumas responderam a perguntas numa língua distinta da utilizada pelo interrogador e algumas vezes mudaram de idioma no decurso de suas respostas. Nem todas tiveram respostas e algumas foram respondidas após uma pausa”, diz Anabela.
Válvulas
O incidente mais significativo, que marca essa experiência como histórica, não só no campo de investigação de TCI, mas também na área de investigação de fenômenos psíquicos em geral, ocorreu quase no final da sessão. “Aproximadamente uma hora depois do começo das vozes e enquanto elas continuavam, foram retiradas cinco válvulas – ECC85, ECH81, EF89 (amplificador de freqüência intermédia), EABC80 (detector de AM/FM e amplificador de baixa freqüência) e EL84 (amplificador de potência final). Elas puderam ser vistas fora do rádio e colocadas à vista de todos sobre o banco de trabalho. Mesmo com a ausência de válvulas, as vozes continuaram com o mesmo volume e claridade de antes. O fenômeno durou dois minutos e 20 segundos com o rádio apagado”, lembra Anabela.
Segundo ela, nas três etapas da experiência (rádio ligado com as válvulas na sua posição normal, rádio ligado com as válvulas extraídas e rádio desligado com as válvulas extraídas) as vozes saíam inequivocadamente do alto-falante do rádio, mantendo sempre a mesma claridade e o mesmo volume depois de o aparelho ter sido desligado. “Voltou-se a ligar o rádio durante um breve período, mas não se produziram mais vozes e a experiência foi concluída”, relatou.
• Detalhes do experimento estão descritos no Cadernos de TCI, que pode ser acessado pelo www.terra.es/personal2/986313268
• Para se comunicar com Anabela Cardoso basta enviar e-mail para cadernostci@terra.es
Filme que trata do tema chega aos cinemas
O filme Vozes do Além (White Noise), em cartaz nos cinemas brasileiros, trata de um tema bastante comum aos espíritas: a Transcomunicação Instrumental, ou TCI, que é a forma de comunicação dos espíritos (desencarnados) com o plano material (encarnados) através de aparelhos eletrônicos, como gravadores e rádios.
Classificado pela crítica como “suspense”, dado que temas voltados para a vida pós-morte são muitas vezes retratados de forma fantástica no cinema atual, Vozes do Além centraliza a ação na vida de um homem comum, feliz e bem-casado, que perde sua mulher de forma abrupta num assassinato. Esse jovem viúvo, Jonathan Rivers, interpretado pelo ator Michael Keaton (Batman – O Retorno), passa então a tentar comunicar-se com sua amada. Através da TCI, ele recebe mensagens e descobre que pode impedir que o psicopata que tirou a vida de sua mulher faça novas vítimas.
O diretor do filme, Geoffrey Sax, explica seu interesse pelo assunto: “É uma idéia fascinante. Acho que 99 em cada 100 pessoas não perderiam a chance de passar 30 segundos com alguém que não está mais entre nós. Muitos dariam até um ano da sua vida por isso. Eu também daria!”, diz. Geoffrey, que também perdeu pessoas queridas em sua história pessoal, tentou retratar em Vozes do Além até onde iria o desespero de um homem ao tentar manter contato com um ente desencarnado.
O ator Michael Keaton, após aceitar o convite para ser o protagonista, chegou a uma conclusão semelhante: “Nunca havia pensado sobre o assunto, mas quando os dois (Geoffrey e Paul Brooks, o produtor do filme) começaram a me contar histórias de quando perderam seus pais, de como eram ligados a eles e o que dariam para poder ter contato com eles, mesmo que por apenas três segundos, fiquei fascinado e percebi que esse deve ser um desejo universal”.
De fato, a perda de familiares e amigos é sempre bastante dolorosa e provoca marcas profundas em todos nós. É justamente nesse momento de sofrimento que muitas pessoas são levadas a buscar um alento nas doutrinas espiritualistas. A descrença e o preconceito de antes dão espaço à necessidade de se acreditar em algo além da vida material. Assim, a TCI, a psicofonia, a psicografia, a vidência e tantos outros meios de comunicação com os desencarnados são para muitos a comprovação de que precisam para recobrar a paz de espírito.
O personagem Jonathan torna-se obcecado por realizar contato com sua amada e assim cria situações de angústia para sua própria alma. Até onde conseguimos agir com o desapego necessário diante da vida? Perdas existem, não somente através da morte do corpo físico, que nos colocam diante da necessidade de abrir mão de empregos, bens materiais e posições sociais. Saber perder o que antes pensava-se possuir exige desprendimento e fé.
A transitoriedade de tudo o que aparentemente possuímos na nossa vida terrena é um fato irrefutável, já que todos esses bens “pertencem a Deus, que os dispensa à sua vontade, e o homem deles não é senão usufrutuário, o administrador mais ou menos íntegro e inteligente.” (cap. XVI, O Evangelho Segundo o Espiritismo). Dessa forma, também a transitoriedade dos relacionamentos com aqueles que amamos na Terra deve ser considerada, já que no Plano Espiritual esses mesmos relacionamentos podem ser ainda mais profundos, felizes e com a dimensão da eternidade.
O treino do desapego com as pequenas coisas da vida nos proporciona maior equilíbrio para as grandes provas, dentre as quais uma das mais difíceis é justamente a perda de alguém que amamos. Trata-se de um exercício diário, que só nos traz benefícios.
A TCI comprova a continuidade da vida e deve, antes, ajudar-nos a alimentar a fé no futuro do que causar laços de dependência. Esperamos que a ciência e as religiões terrenas possam evoluir o bastante para ajudar o homem a perceber que, além do corpo físico, existe uma força maior, eterna e inquebrantável: o espírito. Iniciativas como a desse e de outros filmes podem trazer luz à discussão e acostumar o homem moderno a ver a morte como um fato absolutamente comum, rotineiro e necessário à trajetória de todos nós.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Contatos Via Skype e evidências de autenticidade
Programas Skype e Pretty May(Sônia Rinaldi)
A Técnica:
Faz um tempo que fomos orientados, através de mensagens de áudios, para gravarmos utilizando o Skype. Isso ocorreu num momento em que nem o termo nos era familiar, muito menos do que se tratava. Como sempre, fomos atrás, descobrimos que se tratava de um programa que possibilita conversar com qualquer local, no Brasil ou no exterior, a um custo baixíssimo. Instalamos o programa Skype, mais outro compatível especial para gravar as conversas (Pretty May) e fizemos alguns testes.
Perfeito. Com esses programas vimos ser possível montar uma triangulação, unindo alguém que perdeu um ser querido, mais esse referido falecido e nós. Com essa versão ficava substituído o processo anterior quando usávamos o telefone para falar e gravar com o Outro Lado. O processo de gravação é similar ao que ensinamos no livro “Gravando Vozes” (esgotado), e o mesmo que ensinamos nos workshops. Usa-se um ruído de fundo “desmontando” (sem qualquer conteúdo compreensível – como uma seqüência de fonemas soltos) e disponibilizamos isso para os amigos Comunicantes reorganizarem em suas respostas.
E foi assim que gravamos com a Cristina Ferrara, residente nos EUA, seu filho falecido Stefano e nós aqui no Brasil gravando. Eis como tudo sucedeu.
Cris e o filho Stefano, falecido.
Acreditar que a vida continua após a morte física é uma esperança de continuidade e reencontro. Porém, há quem necessite mais do que esta fé, quer informações e confirmações que acalmem as batidas angustiadas do coração.
Muitas pessoas nos pedem auxílio para falar com um falecido. Mas, ocorreu que a nossa colaboradora (tradutora) Cristina, brasileira radicada nos EUA, atravessava uma fase difícil. Ela ansiava em saber se seu filho Stefano estava bem em sua nova vida, o que lhe aliviaria o coração. Eram vários os motivos de sua angústia, sendo o sentimento da perda, o pior deles.
Breve Histórico:
Seu filho Stefano partiu aos 26 anos, na madrugada de 23 de dezembro de 2007, num acidente de moto. Uma partida brusca não é fácil de superar, e por mais que Cristina tivesse conhecimento da Doutrina Espírita as energias já lhe começavam a faltar. Tendo pedido ajuda à Sonia Rinaldi, ambas combinaram tentar uma gravação via Skype, devido à Cris residir nos EUA.
A primeira gravação ocorreu numa sexta-feira à tarde, 21 de novembro de 2008. A Cris chamando lá dos EUA e a Sonia registrando aqui do Brasil, procurando fazer a triangulação com o jovem falecido. Finda a gravação, Sonia enviou todos os áudios para a mãe ansiosa, mas com certo desapontamento, pois como a Cris lhe havia informado que o Stefano era brasileiro – nascido no Rio de Janeiro, Sonia esperava contatos em bom português.
Mas não foi o que ocorreu. A voz do jovem fazia uma mescla de português e inglês, o que levou Sonia a achar que tudo tinha saído errado e que o experimento não havia funcionado. Que havia ocorrido alguma interferência de espíritos “gringos”, no mínimo.
Eis o que aconteceu em algumas das gravações, já que totalizaram mais de 60, e seria impossível reproduzir todas aqui:
Sonia: -“Stefano, você esta me ouvindo?”
Resposta: -“YES, YES! I'M CLOSE!”(tradução: “Sim! Sim! Estou juntinho!”)
Comentário da mãe: a voz desse áudio é exatamente a dele.
Estava presente nesse dia, no laboratório da Sonia, nosso amigo Marcos, graduado em Ciências da Computação e muito interessado na investigação do fenômeno. Nesse momento a Sonia sugeriu que ele dissesse algumas palavras ao Stefano, e ele diz:
.
1. Marcos: -“Não nos conhecemos pessoalmente, mas será um prazer entrar em contato como você”.
Resposta: -“YOU LIKE US...!”(tradução: -“Você gosta da gente!”)
Sonia brinca com o Stefano e acrescenta ao comentário do Marcos:
VOZ: -“Não pessoalmente, viu?”
Resposta de Stefano: -"Eu sei, eu entende".
Comentário da mãe: meu filho falhava nas conjugações verbais do português, e SIM, costumava dizer eu entende ao invés de eu entendo.
Stefano nasceu no Brasil mas cresceu nos EUA.
Sonia: -“Pode falar mais alto?”
Stefano responde, misturando italiano e português: -“c'e o pai!”(tradução: fo italiano “O pai está aqui!” – referia-se a que o pai dele, falecido, estava ao lado dele).
E Stefano continua a falar da mesma forma que a família fazia em casa, misturando português, inglês e italiano:
2. Sonia: -“Fala um pouquinho mais alto, tá?”
-“I wanna show... rispeito da mãe!” (Tradução: -“Quero mostrar...respeito pela (minha) mãe!”). Notar a pronúnica de “rispeito” ao invés de “respeito”).
Comentário: Stefano sempre usava a palavra “rispeito” (sotaque no “ri” em vez de “re” – e com o significado americano de carinho/ devoção).
3. Sonia: -“Vamos ver se ele fala português?”
Stefano responde: -“REPITO!!!”(notar sotaque americano no português).
4. Cris: “Diga o que quiser, meu amor!”
Resposta: -“Mind for ‘oi’!”(Tradução: “Liga por um oi”).
Cris ficou muito emocionada, porque era exato a voz do Stefano. A pronúncia era exatamente a dele, os erros de conjugação do verbo em português e a pronúncia característica.
A intimidade que só a própria família conhece:
Para nossa surpresa, só então Cristina revelou algumas peculiaridades de seu filho Stefano. Ele viveu aqui no Brasil só até os três anos de idade, e seu português (a língua menos usada em casa) tinha sotaque americano e misturado com algumas palavras em italiano, que era o idioma que a família falava normalmente, já que o pai era italiano. A Cris ficou estupefata quando ouviu as vozes gravadas pela Sonia no Brasil, pois interpretou que o fato das respostas virem assim misturadas era justamente o mais forte indicativo de autenticidade. Sonia explica um pouco do drama vivido pela Cris, quando da morte de Stefano:
O filho da Cris nasceu no Brasil e saiu do país muito novinho. Só que ela não me contou sobre isso e eu pensava que ele sendo brasileiro, responderia tudo em português durante as gravações. Ele veio a falecer num acidente de moto, aos 26 anos, quando ele vinha por uma avenida de madrugada e um rapaz (a pé) atravessou na frente dele. Morreram os dois.
Na verdade a Cris acha que não foi "descuido" do transeunte, mas sim, que ele e amigos estavam fazendo uma brincadeira que lá nos EUA chamam "chicken" (= frango) quando um doido se põe a correr na FRENTE de um carro - cambaleando como se fosse um frango sendo capturado. É uma brincadeira de alto risco, como os “rachas” que ocorrem no Brasil.
É claro que isso deixa o motorista aparvalhado. Enfim, morreram os dois. Só que isso nunca foi confirmado (claro!), pelos amigos da outra vítima que morreu junto. Pior: a família do "outro" exigiu na justiça indenização pelo "suposto atropelamento".
Pobre da Cris, não bastava ter perdido o filho, ainda por cima teria que enfrentar um débito descomunal – onde a extorquiam com cerca de 120.000 dólares. E foi exatamente nesse ponto emocional que ela me pediu ajuda, e afinal, gravamos.
Como os filhos da Cristina, Roberto e Stefano, saíram do Brasil pequenos e foram criados entre a Itália e os Estados Unidos, não seria possível imitar o modo de falar desta família dentro de casa, pois era normal e corriqueiro entre eles, começar uma conversação em uma língua e terminar numa terceira língua.
Isso porque ela sempre pedia aos filhos que falassem português com a mãe e italiano com o pai, já que o inglês todos da família dominavam perfeitamente e, desta forma, os filhos exercitariam outros idiomas. Porém, isso gerava uma salada lingüística. Coisa normal na família Ferrara.
Outros membros da também se comunicam: Pai da Cris, falecido.
Ainda no dia 21 de novembro de 2008 foram realizadas gravações com o pai da Cris, que era brasileiro. Neste dia apareceu um novo nome nesta estória e Sonia escreveu para a Cris perguntando se ela conhecia algum Sergio. Assim foi o áudio gravado:
VOZ: -“Volto por Sergio!”
A Cris explicou:
Com esse áudio, tive uma constatação inequívoca de que foi o meu pai mesmo que estava ali falando, pois Sergio é meu irmão falecido (de câncer em 1998). E meu pai dizer que volta em nome do filho, significa que ambos estão em contato – o que me deixa feliz, pois meu mano faleceu pensando não ter sido o filho que deveria ter sido”. A Cris perguntou ao pai se ele tinha visto outros familiares e ele respondeu:
VOZ: –“Você devia dizer ... tio!”
E a Cris explica:
Imagino que ele se referisse ao tio Alexandre (que era irmão do meu pai) falecido quatro anos antes dele.
Cris Vem Ao Brasil:
Cristina, no laboratório de Sonia, em S.Paulo, para aprender a gravar.
Fascinada com os resultados até então obtidos, a Cris queria ela mesma gravar. Decidiu vir ao Brasil para aprender, o que ocorreu em 15 de maio de 2009. E aí novamente vieram seu filho Stefano, o marido Roberto e o irmão Sergio. Registramos os comentários dela, identificando peculiaridades da família que em sua intimidade falavam a mistura de 3 idiomas:
5. Sonia pergunta: -“Oi Stefano, tudo bem?”
Resposta na voz do Stefano: - “Amor, um bacci!!!”(notar sotaque americano no português).
Comentário: de novo misturou “amor” (português) com “bacci” (beijo, em italiano).
6. Voz: -"(Cose) eri para mi”
Cris comenta: é a voz de meu marido Roberto e tipicamente misturando italiano e português. E mais: termina como sempre fazia com a palavra "mim", que ele pronunciava "mi" (de italiano).
Voz: -"Pray for you".
Cris comenta: meu filho fala em inglês que “reza por mim”. Por certo devido à situação complicada que eu estava passando por causa do acidente no qual desencarnou, já que eu era a fiadora da sua moto.
7. Voz: -“Corri para voltar"
Sonia: -“Um abraço pra você, viu?”
Comentário: inequivocamente esse áudio tem a voz de meu irmão Sergio em português e notem que vem sem misturas, já que ele não falava outras línguas.
8. Voz: -"Sou teu amigo de flor"
Cris: -“Um beijo meu amorzinho, te amo!”
Cris relata, emocionada: essa menção de nossa união por meio de uma flor tem um significado muito profundo, porque eu plantei uma gardênia depois que ele partiu - diante da porta de vidro do quarto do Stefano, que se abre para o terraço. Cuido dela com carinho, pois dediquei a ele, e sempre penso nele e em meu marido quando olho ou cuido da gardênia, que tem crescido e dado muitas flores perfumadas. Quando plantei, dediquei a flor ao Stefano e ninguém sabia desse fato.
9. Voz: -"Ligou José contigo”
Explicação: trata-se de José, tio da namorada do Stefano.
10. Voz: -“Faz nada, Roberto!!!”
Voz do pai da Cris, provocando o genro Roberto, tal e qual fazia quando ambos eram vivos. Genro e sogro viviam se pegando de brincadeira, e aqui, o pai acusa o Roberto de não fazer nada.
11. Voz: -“Vixi! Enrolar!”
12. Cris: -“Beijo, meu amorzinho... te amo!”
Voz: -“Tem que ter internet!””
13. Voz: -“Io pretendo!”
Cris: -“Eu ouço bem...”
Sonia: -“Ta ouvindo uma voz de fundo?”
Sonia: -“Stefano, você está me ouvindo?”
14. Voz: -“Voice´s trial close!”(tradução: -“Tentativa de falar próximo”).
Depoimento Final Da Mãe:
Foi difícil fazer uma seleção dos áudios, pois muitos eram importantes para mim. Mas, a primeira coisa que me chamou atenção, e sem dúvida confirmou a presença de meus familiares falecidos, foi a mistura de línguas que era muito comum entre nós. Outra coisa, foi a nítida diferença de vozes entre meu filho Stefano, meu marido Roberto, e meu irmão Sergio, que me surpreendeu muito. Mais ainda porque responderam no tom e jeito próprios que usavam antes de partir. Meu marido ainda usou uma expressão “cosa era para mi” (Tradução: o que você foi para mim) com a mistura de italiano e português. Ele nunca dizia “para mim”, mas “para mi”.
Antes das gravações, um fato curioso:
O outro filho da Cristina (que é vivo, obviamente), o Roberto, tem mediunidade e é militar no Iraque. Ele ligou de lá para mãe, cerca de dois meses antes de fazermos tais gravações e quando ainda nem tínhamos pensado nisso, para contar que havia ocorrido com ele um fato inusitado.
O Stefano (então já falecido) apareceu para o irmão, no Iraque, durante uma patrulha noturna no meio do deserto e disse, muito feliz: “I will talk with mom very soon, and I will do it in English!” (Tradução: ”Em breve vou falar com a mamãe em inglês!)
Claro que naquele momento o irmão não entendeu e nem mesmo a Cris. Pouco depois, ele confirmava o prometido.
A Técnica:
Faz um tempo que fomos orientados, através de mensagens de áudios, para gravarmos utilizando o Skype. Isso ocorreu num momento em que nem o termo nos era familiar, muito menos do que se tratava. Como sempre, fomos atrás, descobrimos que se tratava de um programa que possibilita conversar com qualquer local, no Brasil ou no exterior, a um custo baixíssimo. Instalamos o programa Skype, mais outro compatível especial para gravar as conversas (Pretty May) e fizemos alguns testes.
Perfeito. Com esses programas vimos ser possível montar uma triangulação, unindo alguém que perdeu um ser querido, mais esse referido falecido e nós. Com essa versão ficava substituído o processo anterior quando usávamos o telefone para falar e gravar com o Outro Lado. O processo de gravação é similar ao que ensinamos no livro “Gravando Vozes” (esgotado), e o mesmo que ensinamos nos workshops. Usa-se um ruído de fundo “desmontando” (sem qualquer conteúdo compreensível – como uma seqüência de fonemas soltos) e disponibilizamos isso para os amigos Comunicantes reorganizarem em suas respostas.
E foi assim que gravamos com a Cristina Ferrara, residente nos EUA, seu filho falecido Stefano e nós aqui no Brasil gravando. Eis como tudo sucedeu.
Cris e o filho Stefano, falecido.
Acreditar que a vida continua após a morte física é uma esperança de continuidade e reencontro. Porém, há quem necessite mais do que esta fé, quer informações e confirmações que acalmem as batidas angustiadas do coração.
Muitas pessoas nos pedem auxílio para falar com um falecido. Mas, ocorreu que a nossa colaboradora (tradutora) Cristina, brasileira radicada nos EUA, atravessava uma fase difícil. Ela ansiava em saber se seu filho Stefano estava bem em sua nova vida, o que lhe aliviaria o coração. Eram vários os motivos de sua angústia, sendo o sentimento da perda, o pior deles.
Breve Histórico:
Seu filho Stefano partiu aos 26 anos, na madrugada de 23 de dezembro de 2007, num acidente de moto. Uma partida brusca não é fácil de superar, e por mais que Cristina tivesse conhecimento da Doutrina Espírita as energias já lhe começavam a faltar. Tendo pedido ajuda à Sonia Rinaldi, ambas combinaram tentar uma gravação via Skype, devido à Cris residir nos EUA.
A primeira gravação ocorreu numa sexta-feira à tarde, 21 de novembro de 2008. A Cris chamando lá dos EUA e a Sonia registrando aqui do Brasil, procurando fazer a triangulação com o jovem falecido. Finda a gravação, Sonia enviou todos os áudios para a mãe ansiosa, mas com certo desapontamento, pois como a Cris lhe havia informado que o Stefano era brasileiro – nascido no Rio de Janeiro, Sonia esperava contatos em bom português.
Mas não foi o que ocorreu. A voz do jovem fazia uma mescla de português e inglês, o que levou Sonia a achar que tudo tinha saído errado e que o experimento não havia funcionado. Que havia ocorrido alguma interferência de espíritos “gringos”, no mínimo.
Eis o que aconteceu em algumas das gravações, já que totalizaram mais de 60, e seria impossível reproduzir todas aqui:
Sonia: -“Stefano, você esta me ouvindo?”
Resposta: -“YES, YES! I'M CLOSE!”(tradução: “Sim! Sim! Estou juntinho!”)
Comentário da mãe: a voz desse áudio é exatamente a dele.
Estava presente nesse dia, no laboratório da Sonia, nosso amigo Marcos, graduado em Ciências da Computação e muito interessado na investigação do fenômeno. Nesse momento a Sonia sugeriu que ele dissesse algumas palavras ao Stefano, e ele diz:
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1. Marcos: -“Não nos conhecemos pessoalmente, mas será um prazer entrar em contato como você”.
Resposta: -“YOU LIKE US...!”(tradução: -“Você gosta da gente!”)
Sonia brinca com o Stefano e acrescenta ao comentário do Marcos:
VOZ: -“Não pessoalmente, viu?”
Resposta de Stefano: -"Eu sei, eu entende".
Comentário da mãe: meu filho falhava nas conjugações verbais do português, e SIM, costumava dizer eu entende ao invés de eu entendo.
Stefano nasceu no Brasil mas cresceu nos EUA.
Sonia: -“Pode falar mais alto?”
Stefano responde, misturando italiano e português: -“c'e o pai!”(tradução: fo italiano “O pai está aqui!” – referia-se a que o pai dele, falecido, estava ao lado dele).
E Stefano continua a falar da mesma forma que a família fazia em casa, misturando português, inglês e italiano:
2. Sonia: -“Fala um pouquinho mais alto, tá?”
-“I wanna show... rispeito da mãe!” (Tradução: -“Quero mostrar...respeito pela (minha) mãe!”). Notar a pronúnica de “rispeito” ao invés de “respeito”).
Comentário: Stefano sempre usava a palavra “rispeito” (sotaque no “ri” em vez de “re” – e com o significado americano de carinho/ devoção).
3. Sonia: -“Vamos ver se ele fala português?”
Stefano responde: -“REPITO!!!”(notar sotaque americano no português).
4. Cris: “Diga o que quiser, meu amor!”
Resposta: -“Mind for ‘oi’!”(Tradução: “Liga por um oi”).
Cris ficou muito emocionada, porque era exato a voz do Stefano. A pronúncia era exatamente a dele, os erros de conjugação do verbo em português e a pronúncia característica.
A intimidade que só a própria família conhece:
Para nossa surpresa, só então Cristina revelou algumas peculiaridades de seu filho Stefano. Ele viveu aqui no Brasil só até os três anos de idade, e seu português (a língua menos usada em casa) tinha sotaque americano e misturado com algumas palavras em italiano, que era o idioma que a família falava normalmente, já que o pai era italiano. A Cris ficou estupefata quando ouviu as vozes gravadas pela Sonia no Brasil, pois interpretou que o fato das respostas virem assim misturadas era justamente o mais forte indicativo de autenticidade. Sonia explica um pouco do drama vivido pela Cris, quando da morte de Stefano:
O filho da Cris nasceu no Brasil e saiu do país muito novinho. Só que ela não me contou sobre isso e eu pensava que ele sendo brasileiro, responderia tudo em português durante as gravações. Ele veio a falecer num acidente de moto, aos 26 anos, quando ele vinha por uma avenida de madrugada e um rapaz (a pé) atravessou na frente dele. Morreram os dois.
Na verdade a Cris acha que não foi "descuido" do transeunte, mas sim, que ele e amigos estavam fazendo uma brincadeira que lá nos EUA chamam "chicken" (= frango) quando um doido se põe a correr na FRENTE de um carro - cambaleando como se fosse um frango sendo capturado. É uma brincadeira de alto risco, como os “rachas” que ocorrem no Brasil.
É claro que isso deixa o motorista aparvalhado. Enfim, morreram os dois. Só que isso nunca foi confirmado (claro!), pelos amigos da outra vítima que morreu junto. Pior: a família do "outro" exigiu na justiça indenização pelo "suposto atropelamento".
Pobre da Cris, não bastava ter perdido o filho, ainda por cima teria que enfrentar um débito descomunal – onde a extorquiam com cerca de 120.000 dólares. E foi exatamente nesse ponto emocional que ela me pediu ajuda, e afinal, gravamos.
Como os filhos da Cristina, Roberto e Stefano, saíram do Brasil pequenos e foram criados entre a Itália e os Estados Unidos, não seria possível imitar o modo de falar desta família dentro de casa, pois era normal e corriqueiro entre eles, começar uma conversação em uma língua e terminar numa terceira língua.
Isso porque ela sempre pedia aos filhos que falassem português com a mãe e italiano com o pai, já que o inglês todos da família dominavam perfeitamente e, desta forma, os filhos exercitariam outros idiomas. Porém, isso gerava uma salada lingüística. Coisa normal na família Ferrara.
Outros membros da também se comunicam: Pai da Cris, falecido.
Ainda no dia 21 de novembro de 2008 foram realizadas gravações com o pai da Cris, que era brasileiro. Neste dia apareceu um novo nome nesta estória e Sonia escreveu para a Cris perguntando se ela conhecia algum Sergio. Assim foi o áudio gravado:
VOZ: -“Volto por Sergio!”
A Cris explicou:
Com esse áudio, tive uma constatação inequívoca de que foi o meu pai mesmo que estava ali falando, pois Sergio é meu irmão falecido (de câncer em 1998). E meu pai dizer que volta em nome do filho, significa que ambos estão em contato – o que me deixa feliz, pois meu mano faleceu pensando não ter sido o filho que deveria ter sido”. A Cris perguntou ao pai se ele tinha visto outros familiares e ele respondeu:
VOZ: –“Você devia dizer ... tio!”
E a Cris explica:
Imagino que ele se referisse ao tio Alexandre (que era irmão do meu pai) falecido quatro anos antes dele.
Cris Vem Ao Brasil:
Cristina, no laboratório de Sonia, em S.Paulo, para aprender a gravar.
Fascinada com os resultados até então obtidos, a Cris queria ela mesma gravar. Decidiu vir ao Brasil para aprender, o que ocorreu em 15 de maio de 2009. E aí novamente vieram seu filho Stefano, o marido Roberto e o irmão Sergio. Registramos os comentários dela, identificando peculiaridades da família que em sua intimidade falavam a mistura de 3 idiomas:
5. Sonia pergunta: -“Oi Stefano, tudo bem?”
Resposta na voz do Stefano: - “Amor, um bacci!!!”(notar sotaque americano no português).
Comentário: de novo misturou “amor” (português) com “bacci” (beijo, em italiano).
6. Voz: -"(Cose) eri para mi”
Cris comenta: é a voz de meu marido Roberto e tipicamente misturando italiano e português. E mais: termina como sempre fazia com a palavra "mim", que ele pronunciava "mi" (de italiano).
Voz: -"Pray for you".
Cris comenta: meu filho fala em inglês que “reza por mim”. Por certo devido à situação complicada que eu estava passando por causa do acidente no qual desencarnou, já que eu era a fiadora da sua moto.
7. Voz: -“Corri para voltar"
Sonia: -“Um abraço pra você, viu?”
Comentário: inequivocamente esse áudio tem a voz de meu irmão Sergio em português e notem que vem sem misturas, já que ele não falava outras línguas.
8. Voz: -"Sou teu amigo de flor"
Cris: -“Um beijo meu amorzinho, te amo!”
Cris relata, emocionada: essa menção de nossa união por meio de uma flor tem um significado muito profundo, porque eu plantei uma gardênia depois que ele partiu - diante da porta de vidro do quarto do Stefano, que se abre para o terraço. Cuido dela com carinho, pois dediquei a ele, e sempre penso nele e em meu marido quando olho ou cuido da gardênia, que tem crescido e dado muitas flores perfumadas. Quando plantei, dediquei a flor ao Stefano e ninguém sabia desse fato.
9. Voz: -"Ligou José contigo”
Explicação: trata-se de José, tio da namorada do Stefano.
10. Voz: -“Faz nada, Roberto!!!”
Voz do pai da Cris, provocando o genro Roberto, tal e qual fazia quando ambos eram vivos. Genro e sogro viviam se pegando de brincadeira, e aqui, o pai acusa o Roberto de não fazer nada.
11. Voz: -“Vixi! Enrolar!”
12. Cris: -“Beijo, meu amorzinho... te amo!”
Voz: -“Tem que ter internet!””
13. Voz: -“Io pretendo!”
Cris: -“Eu ouço bem...”
Sonia: -“Ta ouvindo uma voz de fundo?”
Sonia: -“Stefano, você está me ouvindo?”
14. Voz: -“Voice´s trial close!”(tradução: -“Tentativa de falar próximo”).
Depoimento Final Da Mãe:
Foi difícil fazer uma seleção dos áudios, pois muitos eram importantes para mim. Mas, a primeira coisa que me chamou atenção, e sem dúvida confirmou a presença de meus familiares falecidos, foi a mistura de línguas que era muito comum entre nós. Outra coisa, foi a nítida diferença de vozes entre meu filho Stefano, meu marido Roberto, e meu irmão Sergio, que me surpreendeu muito. Mais ainda porque responderam no tom e jeito próprios que usavam antes de partir. Meu marido ainda usou uma expressão “cosa era para mi” (Tradução: o que você foi para mim) com a mistura de italiano e português. Ele nunca dizia “para mim”, mas “para mi”.
Antes das gravações, um fato curioso:
O outro filho da Cristina (que é vivo, obviamente), o Roberto, tem mediunidade e é militar no Iraque. Ele ligou de lá para mãe, cerca de dois meses antes de fazermos tais gravações e quando ainda nem tínhamos pensado nisso, para contar que havia ocorrido com ele um fato inusitado.
O Stefano (então já falecido) apareceu para o irmão, no Iraque, durante uma patrulha noturna no meio do deserto e disse, muito feliz: “I will talk with mom very soon, and I will do it in English!” (Tradução: ”Em breve vou falar com a mamãe em inglês!)
Claro que naquele momento o irmão não entendeu e nem mesmo a Cris. Pouco depois, ele confirmava o prometido.
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